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Vendas de material de construção contraem 4,14% em abril
As vendas de material de construção caíram 4,14% em abril na comparação com março, segundo acompanhamento da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção
Publicado em: 19/05/2011
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As vendas de material de construção caíram 4,14% em abril na comparação com março, segundo acompanhamento da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). Em relação a abril do ano passado, a queda foi 1,41%.

No quadrimestre, o faturamento acumulado ainda é 0,96% superior ao contabilizado no mesmo período em 2010.

Segundo a Associação, enquanto as vendas de materiais básicos (cimento, vidro, tijolos etc) sofreram perdas de 5,34% na comparação entre março e abril, as vendas de materiais de acabamento (metais sanitários, esquadrias e pisos cerâmicos etc) caíram 1,83%.

Entre janeiro e abril, as vendas de materiais básicos encolheram 2,47%, enquanto faturamento com materiais de acabamento aumentou 7,87% em idêntico período.

"Na média geral ponderada de todos os materiais de construção observou-se redução no ritmo de crescimento do faturamento das vendas, que está relacionada às reações do mercado às medidas de contenção de inflação adotadas recentemente pelo Governo", comentou a Abramat.

 

Fonte: www1.folha.uol.com.br


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CAIXA APRESENTA RESULTADO DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO NO 1º TRIMESTRE
Neste primeiro trimestre de 2011, a Caixa Econômica Federal assinou 226.381 contratos totalizando R$14,7 bilhões em financiamentos habitacionais. Comparando com o mesmo período do ano passado, quando foram aplicados R$14,6
Publicado em: 17/05/2011
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Neste primeiro trimestre de 2011, a Caixa Econômica Federal assinou 226.381 contratos totalizando R$14,7 bilhões em financiamentos habitacionais. Comparando com o mesmo período do ano passado, quando foram aplicados R$14,6 bilhões, verifica-se a manutenção do bom ritmo das contrações.

O banco registrou uma média de R$ 236,6 milhões e 3.651 contratos ao dia em 2011, sendo que 50% das famílias beneficiadas têm renda até 10 salários mínimos.

Os financiamentos com recursos da poupança foram responsáveis por R$ 7,7 bilhões dos valores contratados, o que representa um crescimento de 14,8% na utilização, em comparação com o primeiro trimestre de 2010. Por sua vez, as contratações com recursos do FGTS corresponderam a R$ 6,8 bilhões, significando 11,4% de aumento na aplicação em financiamentos e subsídios.

Para imóveis novos foram destinados 56% de todo o montante contratado corresponde a R$ 8,1 bilhões.

O financiamento para material de construção tem destaque, no primeiro trimestre, apresentando um crescimento de 18,2%, com um volume de R$ 1,3 bilhão contratados.

Na nova versão do Programa Minha Casa Minha Vida já foram realizados aproximadamente R$ 4,6 bilhões em financiamentos, propiciando a construção de 64.422 novas unidades habitacionais concentradas principalmente na faixa de renda de até 6 salários mínimos.

Para o presidente da instituição, Jorge Fontes Hereda, “esses resultados demonstram a sustentabilidade do ciclo virtuoso do mercado imobiliário brasileiro e reafirmam nossas expectativas quanto a um bom desempenho do crédito habitacional para o ano de 2011, em todo o Brasil.”

Agora no mês de abril, o programa Minha Casa Minha Vida completa dois anos com mais de 1 milhão de moradias financiadas pelo programa, beneficiando milhares de famílias brasileiras que realizaram o sonho da casa própria e fugiram do aluguel.

 

Fonte:CAIXA ECONOMICA FEDERAL


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Novo presidente da CEF deve se concentrar no Minha Casa, Minha Vida, diz Mantega
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o novo presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, deve manter concentração na ampliação do crédito à populaç&at
Publicado em: 31/03/2011
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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o novo presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, deve manter concentração na ampliação do crédito à população de baixa renda e ao acompanhamento do Programa Minha Casa, Minha Vida.

"É um trabalho diuturno, para que a gente possa cumprir as metas e objetivos que o governo estabeleceu", afirmou Mantega, segundo a Agência Brasil.

De acordo com o ministro, os principais desafios do novo presidente serão a habitação popular, o fornecimento de crédito à população de baixa renda e o acompanhamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Continuidade
Mantega recomendou a Hereda que mantenha o trabalho da ex-presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho. "Você tem a nossa confiança e terá o nosso apoio para fazer com que a Caixa fique ainda melhor do que conseguiu ser em 2010 e, daqui quatro anos, teremos a Caixa Econômica brilhando e competindo em todos os mercados financeiros", afirmou o ministro.

Entre as realizações de Maria Fernanda, Mantega destacou o aumento de crédito para pessoas físicas e jurídicas e o papel do banco na rápida superação da crise financeira internacional.

Já na área imobiliária, o ministro destacou o avanço do financiamento, que passou de R$ 5 bilhões para R$ 75 bilhões ao ano.

 

Fonte:casaeimoveis.uol.com.br


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Índice que reajusta aluguel já acumula variação de 10,95% em 12 meses
A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta quinta-feira (30), a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de março (medido entre
Publicado em: 31/03/2011
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A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta quinta-feira (30), a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de março (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, já acumula variação de 10,95% em 12 meses.

No terceiro mês do ano, a inflação é de 0,62%, menor que a apurada em fevereiro, quando o índice variou 1%. No acumulado do ano, a inflação medida pelo IGP-M soma 2,43%.

Em março, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou desaceleração, passando de 1,20% para 0,65%. O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), por outro lado, apresentou inflação mais intensa, de 0,44%, contra 0,39% da última medição.

A categoria de mão-de-obra ficou em 0,27% na apuração atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,60%.

Altas e baixas
No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este apresentou inflação menor no período estudado, ficando em 0,62%, contra 0,67% um mês antes.

A principal contribuição para o resultado do índice veio do grupo Educação, Leitura e Recreação (1,63% para 0,18%), com impacto dos itens cursos formais (1,93% para 0,00%) e passagem aérea (1,36% para -9,28%).

Os grupos Despesas Diversas (1,57% para 0,49%), Transportes (1,82% para 1,15%) e Habitação (0,51% para 0,47%) também desaceleraram, contribuindo para o resultado do índice.

Por outro lado, Alimentação (0,24% para 0,69%), Vestuário (-0,55% para 0,78%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,33% para 0,62%) registraram movimento contrário no terceiro mês do ano.

IGP-M
O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem itens como bens de consumo (alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros.

O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de renda. Esse índice é utilizado para reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (no caso dos contratos mais antigos).

 

Fonte: casaeimoveis.uol.com.br


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Custo da construção civil tem variação de 0,39% em fevereiro
O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal), apresentou varia&ccedi
Publicado em: 31/03/2011
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O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal), apresentou variação de 0,39% em fevereiro, alta de 0,12 ponto percentual sobre o resultado de janeiro (0,27%).

Em relação a fevereiro de 2010 (0,43%), o índice apresentou desaceleração de 0,04 ponto percentual. No acumulado do ano, o índice ficou em 0,66%, menor do que o registrado no ano anterior (0,86%).

Já nos últimos 12 meses, a taxa de variação foi de 7,15%, abaixo dos 7,20% registrados nos doze meses anteriores.

Custos dos materiais registram aceleração

De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (4), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 771,45 em fevereiro, dos quais R$ 438,01 se referem aos materiais de construção e R$ 333,44 à mão de obra.

Os custos dos materiais apresentaram variação de 0,39% no mês passado, avançando 0,07 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,32%). O índice referente à mão de obra passou de 0,20%, em janeiro, para 0,39%, verificado no mês passado.

No ano, os materiais subiram 0,72% e a mão-de-obra 0,59%. Os acumulados em doze meses foram: 5,30% (materiais) e 9,64% (mão-de-obra).

Nordeste teve a maior variação mensal

No mês passado, a maior variação mensal ficou com a região Nordeste (+0,89%). Já a variação do Sudeste foi a menor do mês, de 0,12%. No Norte o índice variou 0,34%; no Sul, 0,23%; e no Centro-Oeste, 0,22%.


Fonte: casaeimoveis.uol.com.br


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Projeto autoriza o uso do FGTS para trabalhador pagar dívida do IPTU
O projeto que autoriza o uso de recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para o trabalhador pagar dívida do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e de taxas municipais incidentes sobre
Publicado em: 31/03/2011
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O projeto que autoriza o uso de recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para o trabalhador pagar dívida do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e de taxas municipais incidentes sobre a casa própria está sendo analisado pela Câmara dos Deputados.

A proposta (121/11), do deputado Jonas Donizette (PSB-SP), prevê a utilização de mais de uma conta vinculada do FGTS para pagar a mesma dívida, opção disponível apenas para os titulares das contas que integrarem a mesma família e residirem no mesmo imóvel.

De todo modo, o valor máximo da movimentação não poderá exceder o total do débito tributário. Para Donizette, a medida serve para auxiliar famílias que, depois de “grandes sacrifícios para adquirir a casa própria”, enfrentam o drama de perder o imóvel por incapacidade financeira de pagar tributos.

"Como a legislação já permite que o trabalhador utilize os recursos do FGTS para adquirir a casa, é justificável o uso, também, para preservar a propriedade", complementa.

Municípios

De acordo com informações da Agência Câmara, o deputado ainda argumenta que a medida terá impacto positivo nas finanças públicas municipais, já que vai contribuir para reduzir a inadimplência, o que consequentemente aumentará a receita das prefeituras.

Pela legislação em vigor, o trabalhador pode movimentar a conta no FGTS  em caso de doença grave e desastres naturais, além da compra da moradia própria.

O projeto tramita em conjunto ao do deputado Jefferson Campos (PTB-SP), que autoriza o uso do FGTS para pagar, além do IPTU, tarifas de água e luz.

Ambas serão analisadas pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: casaeimoveis.uol.com.br


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Construção só sentirá corte no Minha Casa, Minha Vida em 2012
Os impactos do corte anunciado pelo governo federal no programa Minha Casa, Minha Vida devem ocorrer no setor da construção civil somente a partir do próximo ano, segundo avalia a coordenadora de projetos da construç
Publicado em: 06/03/2011
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Os impactos do corte anunciado pelo governo federal no programa Minha Casa, Minha Vida devem ocorrer no setor da construção civil somente a partir do próximo ano, segundo avalia a coordenadora de projetos da construção da FGV Projetos, Ana Maria Castelo.

"Os reflexos no nível de emprego, no ritmo de construção de moradias e no próprio programa podem ser sentidos somente a partir de 2012. Isso porque o governo manteve a meta de construir 2 milhões de unidades", afirma.

O programa Minha Casa Minha Vida foi lançado em 2009 e se tornou a principal vitrine de campanha à sucessão presidencial.

Para uma avaliação mais detalhada dos efeitos do corte de R$ 5 bilhões para o programa, uma das medidas anunciadas dentro do pacote de redução de despesas do Orçamento, a consultora considera que devem ser aguardadas a votação da segunda fase do MCMV no Congresso e também a revisão do valor de imóveis subsidiados na faixa de 0 a 3 salários mínimos.

"Os R$ 9 bilhões contratados do Minha Casa, Minha Vida para 2011 já foram aprovados e serão desembolsados. A previsão das entregas para este ano estão mantidas, e o mercado vai continuar construindo com recursos da poupança e do FGTS, o que garante o nível de atividade e de emprego neste ano", afirma.

A contenção de R$ 5 bilhões nos repasses do governo para o programa MCMV representa 40% de redução no projeto --com isso, passa de R$ 12,7 bilhões para R$ 7,6 bilhões.

DEFICIT HABITACIONAL

Para a especialista, os impactos do corte de recursos para o programa sobre o deficit habitacional ainda são "difíceis" de serem mensurados.

O deficit habitacional no Brasil atingiu 5,808 milhões de famílias em 2009, ou 9,3% do total. O número ficou quase estável em relação a 2008, quando a carência por moradia atingiu 5,799 milhões de famílias.

O deficit habitacional é formado pela soma das famílias que vivem sob o mesmo teto, mas têm intenção de mudar (coabitação) e por aquelas que vivem em moradias inadequadas (cortiços, favelas) --nessa condição há 3,531 milhões de famílias.

Quase um terço dos domicílios considerados inadequados são habitados por famílias com renda mensal entre 1 e 2 salários mínimos. E 78% estão concentrados na faixa de até três mínimos.

Os dados fazem parte parte de estudo da FGV Projetos realizado para o SindusCon-SP (que reúne a indústria da construção paulista), divulgado com exclusividade pela Folha em novembro do ano passado. Foram usadas informações da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2009, do IBGE, as mais recentes que estavam disponíveis.


Fonte: www1.folha.uol.com.br


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Inflação do aluguel acelera na 1ª prévia de fevereiro, diz FGV
Nos últimos 12 meses, IGP-M acumula avanço de 10,93%. Preços de despesas com educação e transporte avançaram mais.
Publicado em: 10/02/2011
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O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), utilizado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel do país, foi para 0,66% na primeira prévia de fevereiro, contra alta de 0,42% em igual período de janeiro, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira (10). Nos últimos 12 meses, índice acumula avanço de 10,93%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) aumentou 0,76%, contra 0,40% na última apuração. O IPA agrícola ampliou a alta, de 0,98% para 1,42%, enquanto a elevação do IPA industrial acelerou de 0,19% para 0,52%.

Os principais aumentos de preços no atacado foram de minério de ferro, milho em grão, algodão em caroço, cana-de-açúcar e fios, cabos e condutores elétricos isolados.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,45% na primeira prévia deste mês, contra variação de 0,41% na de janeiro.

Os custos do grupo alimentação recuaram 0,10% após alta anterior de 0,64%. Porém, na contramão, os de habitação, educação, leitura e recreação e transportes aceleraram a alta, para, respectivamente, 0,33%, 1,63% e 1,53%, refletindo maiores preços de aluguel, mensalidades e materiais escolares e ônibus urbano.

As maiores altas individuais de preços no varejo foram de tarifa de ônibus urbano, aluguel residencial, alface, curso de ensino superior e laranja pera.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,52%, comparado à elevação anterior de 0,62%.


Fonte: G1


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Governo eleva valor dos financiamentos do Minha Casa
Em SP, DF e RJ, total que pode ser pago com o FGTS passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil. O valor dos financiamentos de imóveis no programa Minha Casa, Minha Vida vai aumentar na segunda fase do programa, que pretende construir 2,5 milh&
Publicado em: 05/02/2011
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Em SP, DF e RJ, total que pode ser pago com o FGTS passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil.

O valor dos financiamentos de imóveis no programa Minha Casa, Minha Vida vai aumentar na segunda fase do programa, que pretende construir 2,5 milhões de moradias. Os novos valores foram divulgados nesta quarta-feira (2) pelo Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

A mudança engloba o máximo do FGTS que pode ser usado para financiar a casa própria. Essa grana pode pagar até 90% do preço de imóveis novos ou usados em até 30 anos (360 parcelas).

O teto para imóveis localizados nas regiões metropolitanas de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Distrito Federal passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil. Nas demais capitais, o valor máximo do imóvel dentro do programa foi elevado de R$ 100 mil para R$ 150 mil.

No caso de municípios com mais de 250 mil habitantes ou em outras regiões metropolitanas, esse número  passará de R$ 80 mil para R$ 130 mil. Nas cidades com população a partir de 50 mil pessoas, o máximo para financiamento foi de R$ 80 mil para R$ 100 mil. Para os demais municípios, o teto ficou em R$ 80 mil.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, que é responsável pelo FGTS, a renda de quem pode ser beneficiado pelo programa não mudou para a segunda etapa do Minha Casa.

Em regiões metropolitanas e grandes cidades, as famílias que ganham até R$ 4.900 por mês poderão pedir subsídio para financiar a casa própria. Em municípios menores, este valor é de R$ 3.900.

Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, a medida serve para atualizar os preços praticados no mercado imobiliário. Só no ano passado, os imóveis ficaram 27% mais caros. Isso significa que uma casa de R$ 120 mil, em 2009, custava mais de R$ 152 mil, no fim de 2010.

 Desde 2007, não havia reajuste desses valores. No Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, os imóveis têm valores bem mais altos do que a média nacional.

As operações de financiamento na área habitacional popular destinam recursos Ã  população de baixa renda. A taxa nominal de juros das operações é fixada em 6% ao ano mais a TR (taxa referencial), sendo que essa taxa pode chegar a 5% com subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790.

A resolução do Conselho entra em vigor a partir da sua publicação, quando a Caixa começa a operar com os novos valores.

Fonte: R7.com


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Minha Casa foi o melhor incentivo da década para o setor habitacional, diz sindicato
Período foi marcado pela retomada do crédito e de recordes históricos de vendas. A meta de construir mais de 1 milhão de moradias populares em dois anos foi o maior impulso que o setor habitacional poderia receber
Publicado em: 05/02/2011
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Período foi marcado pela retomada do crédito e de recordes históricos de vendas

A meta de construir mais de 1 milhão de moradias populares em dois anos foi o maior impulso que o setor habitacional poderia receber para se recuperar depois de mais de 20 anos sofrendo com a falta de crédito. Na avaliação do economista-chefe do Secovi-SP (sindicato da habitação), Celso Petrucci, o Programa Minha Casa, Minha Vida foi o melhor incentivo dos últimos dez anos.

Ele diz que, entre todos os avanços do setor verificados desde 2003 na economia brasileira, o mais significativo foi o programa de habitação que concedeu subsídios para que famílias de baixa renda pudessem comprar a casa própria.

 O programa abriu as portas para uma política de habitação que deve ser levada adiante, se tornar perene. Não queremos só fazer mais 2 milhões de moradias nos próximos quatro anos. Queremos um projeto que independa da cor dos governos que ajude a reduzir a falta de lares no país e torne o processo de compra de uma casa tão fácil quanto o da compra de um carro.

Em dezembro, a Caixa Econômica Federal divulgou que superou a marca de 1 milhão de contratos do Minha casa assinados na primeira etapa do programa. Até o dia 31 de dezembro, foram fechados 1.003.214 contratos, em todas as faixas de renda.

O Minha Casa foi lançado em março de 2009 com o objetivo de aumentar o acesso das famílias de baixa renda à casa própria e gerar emprego e renda por meio do aumento dos investimentos na construção civil. A previsão era subsidiar R$ 34 bilhões nos contratos, principalmente para as famílias mais pobres. Ao todo, o programa concedeu R$ 52,98 bilhões em financiamentos.

Petrucci apresentou nesta quarta-feira (12) o balanço de negócios do mercado imobiliário na região metropolitana de São Paulo entre janeiro e novembro do ano passado. Ele aproveitou para fazer uma retrospectiva da década, do ponto de vista da habitação no país.

 Nos anos 1980, entre 1986 e 1994, tínhamos uma inflação que chegou a bater na casa dos 2.400% ao ano e meia dúzia de planos econômicos que desestabilizaram nossa economia. Não havia financiamento imobiliário.

Entre 2001 e 2002, ele destacou que as crises internacionais ainda jogavam muita incerteza no mercado interno, fazendo com que os bancos e as principais instituições de concessão de crédito evitassem investir no Brasil.

 O grande fato dos anos 1990 foi a criação do SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), cujos efeitos só começaram a aparecer na economia a partir de 2004. Neste ano, o marco regulatório trouxe maior garantia para bancos devido à consolidação da alienação fiduciária.

Nos casos de atrasos de pagamento dos financiamentos, a alienação fiduciária tornou a retomada do imóvel muito mais rápida e derrubou a inadimplência para níveis baixíssimos. Antes do marco, os processos na Justiça duravam anos.

Em 2002, o total de financiamentos com recursos da poupança, por exemplo, não chegou a 30 mil unidades. Para 2010, a previsão é dar crédito para mais de 450 mil imóveis.

 O uso da poupança e a segurança jurídica foram os primeiros grandes impulsos para o retorno do financiamento.

Retomada do crédito e recordes

Em 2005, o setor assistiu à abertura de capital da Cyrela, a primeira incorporadora a entrar na Bolsa. Isso mostrou que as construtoras poderiam encontrar novas fontes de recursos, ao mesmo tempo em que encontravam segurança no mercado para apostar em negócios mais arriscados.

Além disso, bancos como ABN e Santander (que hoje estão unidos) passaram a conceder crédito e aumentaram a competição – que foi positiva para o mercado.

No ano seguinte, o governo começou a conceder desonerações de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) a alguns materiais básicos de construção para incentivar o setor. A mudança maior de 2006 foi a Caixa Econômica Federal ter passado a financiar também as construtoras, concedendo crédito às empresas antes de abrir os financiamentos aos consumidores. Isso levou a um “boom” sem precedentes no ano seguinte.

Em 2006, o total de recursos da poupança usado para financiar a casa própria era de R$ 9,3 bilhões, a 112 mil imóveis. Em 2007, os números quase dobraram, para R$ 18,3 bilhões e 195 mil unidades, respectivamente.

 Em 2007, o otimismo trazido pelo PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] e seus investimentos fez com que o setor habitacional batesse recordes.

A crise internacional fez com que o ano de 2008 começasse bem, mas terminasse mal. Apesar de o Brasil ter alcançado o “grau de investimento” (mostrando que o país era confiável a investidores estrangeiros), centenas de bancos quebraram nos Estados Unidos depois do Lehman Brothers e o crédito secou no mundo – inclusive no Brasil.

 O terceiro trimestre de 2008 foi o que concentrou o maior número de lançamentos já visto. A classe C também passou a ser alvo das construtoras. E isso abriu terreno para que 2009, que começou pessimista, terminasse otimista. Para nós, foi neste ano que ocorreu o acontecimento da década, que foi a criação do Programa Minha casa, Minha Vida.

Fonte:R7.com


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